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Paulo de Campos
Maestro, Bacharel em Composição e Regência, Licenciado em Educação Artística com Habilitação em Música e Pós-Graduado em Folclore em Nivel de Especialização pela Faculdade de Música Palestrina, onde foi também professor de Teoria Musical, Harmonia Elementar e Superior e Música de Câmara.

Começou sua carreira nos festivais estudantis em Pelotas e Porto Alegre, ao lado de Kleiton Ramil, Haroldo Campos, Quico Castro ...Vizualizar perfil completo
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  Paulo de Campos
 
05/05/2011
Telmo e Kiko Freitas: Dois grandes nomes do Rio Grande do Sul

Telmo e Kiko Freitas (pai e filho): Dois grandes nomes do Rio Grande do Sul.
Carreiras completamente distintas, mas com passagens iniciais
semelhantes e vitoriosas nos festivais gaúchos.


O autêntico Telmo de Lima Freitas


Tive o prazer de conhecer o “tio” Telmo em 1979, na cidade de São Borja, rio Grande do Sul, quando eu era produtor do Suplento dos Municípios do Jornal Diário de Notícias da Rede Tupi de Assis Chateaubriand. Justamente naquele ano, eu o encontraria novamente em dezembro, e testemunharia a sua grande conquista da Calhandra de Ouro na California da Canção Nativa de Uruguaiana com a sua linda canção Esquilador. Desde essa época, sou um ferrenho admirador de toda a obra de Telmo de Lima Freitas, por sua autenticidade. Pretendo que no próximo CD do Grupo Cantadores do Litoral seja incluída a música Preto Velho Celestino, tão brilhantemente interpretada pela nossa cantora Loma na 1ª Tafona da Canção. Aqui: o resumo de sua biografia.


Filho do oficial do exército Leonardo Francisco Freitas e da campeira Mariana de Lima Freitas, Telmo desde cedo demonstrou que seguiria a carreira musical. Aos dois anos de idade, estampou a capa da Revista Cacimba tendo na mão um cavaquinho, presente de sua madrinha. Mais tarde, recebeu um violão de presente de um amigo.

Aos quatorze anos, participou do grupo Quarteto Gaúcho. Nos anos cinquenta, apresentou o programa gauchesco Porongo de Pedra, na Rádio ZYFZ-Fronteira do Sul, de São Borja. Em 1969, participou do primeiro Festival de Música Regionalista organizado pela Rádio Gaúcha.

No começo de sua carreira conciliou-a com diversas outras profissões. Foi enfermeiro, peão de estância e trabalhou em lavouras de arroz, além de ter sido agente da Polícia Federal de Porto Alegre. No cinema, participou do filme A Lenda do Boitatá.

Em 1973, lançou seu primeiro disco, intitulado O Canto de Telmo de Lima Freitas. Morou durante anos em Uruguaiana e outras cidades do interior como por exemplo Itaqui, durante quatro anos aonde se aposentou como agente da policia Federal.Rio Grande do Sul.

Com seus amigos Edson Otto e José Antônio Hahn, criou o grupo Os Cantores dos Sete Povos, com o qual conquistou o troféu Calhandra de Ouro da Califórnia da Canção Nativa de Uruguaiana, em 1979, com a canção Esquilador. Com o grupo, Telmo participou das onze primeiras edições do festival.

Em 1980, lançou Alma de Galpão, produzido de maneira independente e financiado pelo grupo Olvebra.

Com o álbum A Mesma Fuça, recebeu o Troféu Açorianos de Música em duas categorias: Melhor Compositor e Melhor CD Regional. É autor do livro de poesias crioulas "De Volta ao Pago", lançado pela Gráfica e Editora Treze de Maio.

Em 2006, Telmo gravou uma compilação de sua discografia, denominada Aparte, com a participação de seus familiares e de antigos parceiros, como Joãozinho Índio, Luiz Carlos Borges e Paulinho Pires.

Em 2009, Telmo de Lima Freitas foi o Patrono da Semana Farroupilha do Estado do Rio Grande do Sul. Uma justa homenagem. (Fonte: Wikipedia)

Discografia
1973 - O Canto de Telmo de Lima Freitas
1994 - De Marcha Batida
1980 - Alma de Galpão
2000 - A Mesma Fuça
2002 - Carteio da Vida
2006 – Aparte, Acervo Gaucho,De Pé no Estribo, Poesias, Rastreador e Tempos de Praça


Kiko Freitas, pelo mundo...

Já que apresentei o grande Telmo de Lima Freitas; não posso deixar de citar seu filho, um dos mais conceituados bateristas do mundo. Kiko Freitas começou a ser conhecido nos festivais do Rio Grande do Sul como baterista do grupo Tambo do Bando, mas logo passou a ser requisitado pelos maiores e mais conceituados músicos do Brasil e de outros países. Conheça um pouco sobre Kiko Freitas:

Aos quatro anos de idade começou a tocar bombo legüero acompanhando seu pai, o músico Telmo de Lima Freitas. Aos oito anos iniciou-se nos estudos de violão e ao mesmo tempo tocava em caixas de jogos, potes plásticos e gaiolas, inclusive gravando suas "performances" para ouvi-las depois. Aos doze anos veio o interesse pelo contrabaixo com a formação de uma banda dentro da sua família. Com a falta do baterista em alguns ensaios, Kiko começou a tocar bateria intuitivamente. A paixão pelo instrumento nasceu ali e o acompanha até hoje.

Aos 16 anos teve aulas com Argos Montenegro. Buscando maior aprofundamento Kiko iniciou seus estudos de teoria musical na escola da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre. Enquanto isso, teve seus primeiros trabalhos profissionais em 1987. Paralelamente, continuou seus estudos como autodidata buscando sempre a informação através de métodos de técnica, leitura e independência e ouvindo os grandes mestres da bateria. Teve contato com os rudimentos através dos livros de bateristas como Gene Krupa, Jim Chapin e Joe Morello.

Começou a analisar e transcrever solos de Gene Krupa e Buddy Rich e também iniciou pesquisas sobre os estilos de bateristas brasileiros como Milton Banana, Edson Machado, Nenê, Paulo Braga, Robertinho Silva, Carlos Bala, Pascoal Meirelles entre outros.

Nos anos 90, Kiko Freitas já era um dos bateristas mais requisitados para shows, gravações e workshops, tendo sido convidado pelo grande contrabaixista Nico Assumpção para gravar seu trabalho solo e sendo indicado pelo mesmo para várias outras gigs no centro do país, tendo tocado com nomes muito importantes como Michel Legrand, Frank Gambale, Jeff Richmann, Luiz Avellar, Nivaldo Ornellas, Ricardo Silveira, Widor Santiago, Idriss Boudriua, Rafael Vernet, Frank Solari, Renato Borghetti, Jamil Joanes, Vítor Ramil, Fábio Jr. com o qual gravou o programa "Fábio e elas" acompanhando Fafá de Belém, Elba Ramalho, Simone, Leila Pinheiro, Fernanda Abreu, Elza Soares, Ivete Sangalo, entre outras cantoras brasileiras.

Em 1996 foi convidado pelo pianista americano David Goldblatt para ir a Los Angeles. Lá, Kiko teve contato com grandes músicos da "cena" jazzística americana como Dough Lunn, Vadeem Zilberstein, John Leftwich e a grande oportunidade estudar com Dave Weckl. Em viagem a Cuba, Kiko Freitas estudou ritmos afro cubanos com o grande percussionista Changuito, criador do Songo, e também pesquisou bases da cultura afro daquele país, além de ter tocado ao lado de Ricardo Baungarten no maior Jazz club de Havana.

Como educador tem realizado workshops em todo o país e no exterior em eventos como: Encontro de Bateristas Brasileiros, Mestres da Bateria em Workshop, Salão Internacional da Bateria, Encontro Latino Americano de Percussão (UFSM), Memorial de Curitiba, Conservatório de MPB, Universidade de Música de Göteborg, na Suécia, além de diversas clínicas individuais.

Gravou com Francis Hime e depois com João Bosco. E, na Suécia gravou "So Nice" com Karolina Vucidolac e tocou em tours como convidado da NDR Big Band de Hamburgo (Alemanha).

Atualmente Kiko Freitas toca na banda de João Bosco, com quem já realizou tours em todo o Brasil e exterior, inclusive ao lado do grande pianista cubano Gonzalo Rubalcaba.

Nestes últimos dias Kiko Freitas cumpriu apenas esta “singela agenda”: dia 22 em New Morning, Paris, France; dia 25, Martinus Hall, Vantaa, Finland; dia 30 - EWZ-Unterwerk Selnau, Zurich, Switzerland e dia 31, CRR Concert Hall, Istambul, Turkey. As turnês européias continuam...

(Matérias publicadas na Página de Cultura do Jornal Revisão de Osório/RS nas edições de 24 e 31.3.2011 e nos portais rotaaçoriana.com.br, cantadoresdolitoral.com.br e festivaisdobrasil.com.br)

       
 
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